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Redes e Teias: |
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espaços virtuais de encontro de jovens: Coletivos Educadores Ambientais Jovens
Diogo
Damasceno1 Felipe Bruno
Martins Fernandes2 Frederico
Pecorelli3 Maria Angélica
Campos Schimidt4 1 Coletivo Jovem de
Goiás(CJ-GO), Rede de Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade(REJUMA), 2
Mestrando
Introdução A
Europa hoje possui enquanto agenda para a Juventude a questão de sua transição
para a vida adulta. Enquanto isso na América Latina, incluído o Brasil a
discussão é a incorporação tardia do Jovem nas Políticas Públicas enquanto um
segmento de direitos. Sujeito de Direitos, capaz, responsável, desmistificando a
doutrina do menor, do rebelde e irresponsável. Ser de direito. O jovem vem sendo
inserido em espaços de governabilidade socioambiental, pensando não só no
futuro, mas no presente de um segmento da população significativo (50 milhões de
Brasileiros) pertencente a um conjunto de políticas que pretendem ser de Estado
e não de governo. Este ensaio teórico busca o levantamento de diversos espaços
virtuais quer reúnem jovens. São jovens com projetos de vida que possuem em suas
heterotopias um novo mundo possível, da formação de coletivos educadores jovens
para incluir na agenda do jovem o socioambientalismo e a problemática
socioambiental. São em alguns casos ambientes de aprendizagem, espaços virtuais
para divulgação, registro e relato de experiências . Metodologia Tivemos como
objetivo central: Que coletivos, quais características, que desenho
institucional, que nova institucionalidade pode conferir a um coletivo virtual a
categoria de jovem, para a juventude, com a juventude, possibilitando a
juventude participar ou não. Para esta pesquisa participativa tivemos que
recorrer de um caminho plurimetodoloógico. Através de 3 reuniões conseguimos
estabelecer o objeto a ser pesquisado em consonância com os fundamentos do
Programa de Juventude pelo Meio Ambiente que estabelece o protagonismo juvenil
como fundamento de sua política pública. Após estabelecer esse objeto de estudo
socioambiental, ficou clara que para dar conta dessa nova visão de mundo e de
ser humano deveríamos recorrer às Teorias da Complexidade e dos Sistemas para
dar conta da multiplicidade de interconexões de diversas áreas do conhecimento
que se propõem investigar a realidade. Partindo dessa visão iniciamos a leitura
de um sitio fundamental para o GEPEDE que é o Seminário Virtual da Rede de
Trabalho cooperativo que (http://netpage.em.com.br/mines ) sempre que o GEPEDE
se lança a investigar a realidade busca novas idéias através da interação
virtual, leitura de textos deste que é um espaço para trabalhar cooperativamente
orientações básicas sobre o que é pesquisa, como planejar pesquisa, como
elaborar e apresentar um projeto de pesquisa e como buscar recursos para
executá-lo. Neste site a professora Maria Inês de Matos Coelho procura realizar
este propósito, atuando com uma proposta de rede, com duas dimensões: Seminário
Virtual e a Comunicação e cooperação mediadas pela Internet via Recursos para
Cooperação como o Chat "Aprendizes On-Line", o Fórum de Discussão, a Lista de
Discussão, todos em caráter opcional. Tivemos como norte o trabalho desenvolvido
pelo Observatório da Juventude da UFMG que foi a etapa desta pesquisa mais
importante pois para ara entender o jovem como sujeito temos que produzir um
acúmulo de convivências, de trabalhos e de leituras. Consolidar-se como um centro de
referência no desenvolvimento de ações e produção de conhecimento relacionados à
juventude. Este é o objetivo do OBSERVATÓRIO DA JUVENTUDE, um programa de
ensino, extensão e pesquisa da Faculdade de Educação da UFMG – Universidade
Federal de Minas Gerais. O
OBSERVATÓRIO desenvolve atividades de investigação, levantamento e disseminação
de informações sobre a situação dos jovens na Região Metropolitana de Belo
Horizonte, além de promover a capacitação tanto de jovens quanto de educadores e
alunos de graduação da UFMG interessados na problemática juvenil.
Inicialmente
foi feita uma revisão bibliográfica que foi muito enriquecida pelo Observatório
da Juventude acima explicado que incluísse pesquisas realizadas por institutos
de pesquisa reconhecidos nacionalmente como: a Pesquisa Juventude e poder Local
e a pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e
políticas públicas. Em
uma segunda etapa partiu-se para a procura de elementos descritores, ou seja,
dos indicadores que nos possibilitariam classificar como um site da juventude,
presentes nos espaços virtuais que reúnem jovens pelo meio ambiente como: jovem
educa jovem, jovem escolhe jovem, uma geração aprende com a outra.
Em
uma terceira difundimos nas redes esses espaços seja em comunicados seja na
página; http://gepede.sites.uol.com.br . Desenvolvimento Do
levantamento feito encontramos: Existem
diversos espaços no brasil e no mundo, mas o objeto de análise consistiu em
procurar na www (World Wide Web) espaços públicos do jovem , na perspectiva
jovem educa jovem, jovem escolhe jovem, uma geração aprende com a outra.
Portanto encontramos os seguintes espaços virtuais sem a pretenção de esgotar o
assunto ou reduzir toda a WWW nesses únicos espaços como: §
Coletivo Jovem
de MG (http://cjmg.sites.uol.com.br). §
COMUNIDADE DO
CJ DE MINAS
(http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8453383) §
Geo Juvenil
Brasil (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5244999) §
Coletivo Jovem
– CJ (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4116644 ) §
§
Aliança
Homo-Les-Bi-Trans pelo Meio Ambiente
(http://gayaglbt.sites.uol.com.br) §
GEO Juvenil
Brasil (http://www.geojuvenil.org.b) §
Coletivo Jovem
de Goiás (http://www.flogao.com.br/cjgoias) §
Coletivo Jovem
de Meio Ambiente de Goiás §
http://www.grupos.com.br/group/coletivojovemgoias/ §
coletivojovemgoias@grupos.com.br §
Coletivo Jovem
de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro §
http://www.grupos.com.br/group/conselhojovem-rj/ §
conselhojovem-rj@grupos.com.br §
Rede da
Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade §
http://www.grupos.com.br/group/juventudepelomeioambiente/ §
juventudepelomeioambiente@grupos.com.br
Existem
diversos outros espaços, daí categorizamos os demais em ambientes que permitem
que o jovem participe: §
Categoria I -
participação tutelada 61% §
Categoria II -
participação livre 20% §
Categoria III
- participação protagonista 13% §
Categoria IV -
participação sem identidade 6% Considerações
Finais A
Educação Ambiental como paradigma exige que sejam estabelecidas bases firmes
para a manifestação da diversidade e pluralidade nas Sociedades Sustentáveis.
Considerando que a Educação Ambiental é um Direito Educacional da Criança,
Adolescente, Jovem, Adulto e Idoso compreendemos que os espaços presenciais e
virtuais são momentos de clímax do ecossistema do animal humano que constrói com
seus da mesma espécie coletivos educadores. Estes coletivos podem ser
estabelecidos virtualmente como por exemplo os Coletivos Educadores do Programa
Nacional de Formação de Educadores Ambientais da DEA/MMA:
(http://br.groups.yahoo.com/group/coletivoeducadormg/) e; (http://br.groups.yahoo.com/group/coletivoeducador/) Os
espaços hoje ocupados pelos jovens tanto os presenciais como os virtuais levam a
concluir que o jovem possui a vontade de reunir em coletivos, e transformá-los
em coletivos educadores. Os jovens estão preocupados com as políticas públicas
no momento da sua formulação entendendo que uma Sociedade Sustentável precisa
incorporar para esse segmento os jovens que são sujeitos de
direito. Bibliografia CAMPOS, M. A.
S. . Educação Ambiental na Internet. Escritos Sobre a Educação, Belo Horizonte,
v. 2, n. 1, p. 7-14, 2003. MAGALHÃES,
Márcia A.N. (2003). As representações sociais dos professores de geografia sobre
a questão ambiental. (dissertação de mestrado), Belo Horizonte: Faculdade de
Educação - UFMG OLIVEIRA, F.
P. ; OUTROS . Direito Educacional: O Direito à Educação Ambiental na Educação
Básica como um Direito Educacional. In: Congresso Mundial de Educação Ambiental,
2004, Rio de Janeiro, 2004. PEDRINI, A. G.
(org.). Educação Ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. 2. ed.
Petrópolis: Vozes, 1997. QUINTAS.J.S.
(org.). Pensando a educação ambiental na gestão do meio ambiente. Brasília;
IBAMA, 2000. (Coleção Meio Ambiente. Série Estudos. Educação Ambiental) no
Prelo. SATO, M.
Apaixonadamente pesquisadora SORRENTINO, M.
(1995). Formação do educador ambiental: um estudo de caso. FE-USP, tese de
doutorado.
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